APOENA Soluções Ambientais

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Gestão e Planejamento

  • O parcelamento do solo constitui o instituto jurídico pelo qual se realiza a primeira e mais importante etapa de construção do tecido urbano, que é a urbanização. Nessa etapa, define-se o desenho urbano, constituído pela localização das áreas públicas destinadas às praças, equipamentos urbanos e comunitários, traçado do sistema viário e configuração dos lotes. Os lotes definem a localização precisa das edificações que serão sobre eles construídas, nos termos fixados pelo plano diretor. Assim sendo, uma boa gestão do parcelamento do solo é condição indispensável para que a cidade tenha um crescimento harmônico, que respeite o meio ambiente e propicie qualidade de vida para os moradores.
    A necessidade de adequação do parcelamento do solo urbano às legislações registrais, urbanísticas e ambientais implica na realização de uma série de levantamento de dados, elaboração de estudos e projetos, além da manifestação dos órgãos públicos competentes, concedendo ou negando os requerimentos formulados pelo empreendedor.
    Para combater o problema dos parcelamentos irregulares, o Governo do Distrito Federal criou o Grupo de Análise e Aprovação de Parcelamentos do Solo e Projetos Habitacionais (Grupar), grupo que tem por objetivo agilizar os processos de regularização de parcelamentos já existentes e de projetos habitacionais a serem implantados.
    A APOENA Soluções Ambientais vem trabalhando para essas regularizações, e para isso desenvolve os seus serviços conforme determina o Manual de Orientação para Regularização de Parcelamentos do Solo para Fins Urbanos no Distrito Federal, elaborando os projetos urbanísticos, levantamento topográfico e estudos ambientais necessários ao procedimento.

  • O termo “Sistema de Gestão Ambiental” é bastante abrangente e pode ser facilmente interpretado como sendo um sistema de gerenciamento de recursos e ações ambientais.
    Ele é freqüentemente usado para designar ações ambientais em determinados espaços geográficos, como por exemplo: gestão ambiental de bacias hidrográficas, gestão ambiental de parques e reservas florestais, gestão de áreas de proteção ambiental, gestão ambiental em empresas, firmas, organizações, Instituições, companhias...
    Normalmente, a implementação de um sistema de gestão ambiental é um processo voluntário. O grande motivo para a implantação desse sistema é que o meio ambiente representa ao mesmo tempo riscos e oportunidades, para que uma empresa seja bem-sucedida ela deve controlar os riscos e desenvolver as oportunidades.
    Ao optar pela implantação de um SGA, os empreendedores não recebem apenas benefícios financeiros, como redução do consumo de água, energia e outros insumos, economia devido à reciclagem, venda e aproveitamento de resíduos, redução de efluentes gerados, economia de matéria-prima, mas também reduzem os riscos de multas e penalidades por poluição, além de garantir a seus clientes o comprometimento com uma gestão ambiental eficiente, fortalecendo a sua imagem e a competitividade no mercado e mantendo boas relações com o público e com a comunidade.

  • O Gerenciamento de Resíduos Sólidos pode ser realizado em escritórios, escolas, empresas, cidades, municípios, hospitais, construções civis, indústrias e demais estabelecimentos que queiram reduzir os impactos gerados pela destinação incorreta de seus resíduos, transformando o lixo em dinheiro e dignidade social.
    O gerenciamento inadequado dos resíduos sólidos pode ocasionar os seguintes problemas, entre vários outros: contaminação do solo; contaminação das águas superficiais e dos lençóis freáticos; proliferação de ratos, baratas e moscas, disseminadores de doenças, entupimento das redes de drenagem de águas pluviais, assoreamento dos córregos e dos cursos d’água, etc.
    Como forma de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos, a APOENA Soluções Ambientais elabora e implementa um sistema de coleta seletiva para a área requerida, estabelecendo tratamento e destinação adequada aos resíduos.

  • O Plano de Manejo é um projeto dinâmico que determina o zoneamento de uma unidade de conservação, caracterizando cada uma de suas zonas e propondo seu desenvolvimento físico, de acordo com suas finalidades. Estabelecendo, desta forma, diretrizes básicas para o manejo da Unidade.